«Gil Vicente tem futebol positivo»
DEIXA ELOGIOS AO ADVERSÁRIO DA JORNADA
O treinador do Sporting de Braga considerou que a receção de domingo ao Gil Vicente, na 4.ª jornada da Liga Zon Sagres, será o jogo mais difícil deste início do campeonato, mas frisou a vontade de vencer.
Leonardo Jardim assumiu o favoritismo para a receção aos vizinhos minhotos: "Existe sempre quando equipas de condição diferente se encontram."
"O Gil Vicente é uma equipa que, apesar de vir da Liga Orangina, tem apresentado um futebol positivo, com um ataque rápido e é a terceira equipa com mais golos. Nós jogamos em casa, queremos ser superiores, dominantes e vencer, para consolidar a nossa posição na tabela, mas temos que ter algum cuidado com as transições rápidas e com a pressão ofensiva que o Gil faz", afirmou.
O técnico apenas dispõe de um defesa central de raiz no plantel, dadas as lesões de Ewerton e Nuno André Coelho e porque o certificado internacional de Douglão ainda não chegou.
Leonardo Jardim diz ter testado ao longo da semana várias soluções, que podem passar pela titularidade do jovem Palmeira, que joga no clube satélite Vizela, ou pela adaptação de um defesa lateral ou de um médio defensivo.
O treinador lembrou que a equipa não sofreu golos nos três jogos já realizados no campeonato, o que "é sempre importante", até porque, notou, não jogaram sempre os mesmos e "isso mostra que a estrutura continua forte e sólida, independentemente de quem jogue".
A paragem no campeonato permitiu recuperar alguns jogadores que estavam lesionados e um maior período de adaptação aos que chegaram no fim do mercado, mas a equipa perdeu Nuno André Coelho por muito tempo, devido a lesão, lembrou também.
Jardim reconheceu ainda que "não é positivo não poder contar" com todos os jogadores desde o início da época, tendo em conta os casos envolvendo Pizzi, entretanto emprestado ao Atlético de Madrid, Lima, ou agora de Douglão e Samson, jogador que, aliás, já não deve regressar a Braga.
"Temos que viver com isso e motivar os que estão disponíveis, não vale a pena lamentar as ausências, mas valorizar as presenças", concluiu.
