Salino para a pressão
UMA DÚVIDA NO ONZE QUE DURA ATÉ À HORA DO JOGO
Leonardo Jardim fechou completamente a estratégia e também não foi ontem na conferência de imprensa de antevisão que abriu o jogo. O treinador confessou apenas que o “plantel oferece várias soluções na gestão do desgaste”, admitindo um cenário de mudança que será pontuado e até já foi ponderado: “Alterações existirão sempre, nem que seja no plano estratégico. Em termos de nomes, podem não existir alterações no onze, mas podem haver diferenças nas substituições. Interessa é manter a intensidade alta, um ritmo competitivo elevado e vencer.”
A questão tática encerra, enfim, alguns nomes, mas parece consensual que, para manter a intensidade alta, Salino seria a arma ideal. O brasileiro tem uma característica muito própria na forma rápida como pressiona os adversários, procurando estancar a primeira fase de construção do jogo. Essa arma evitaria também as tais transições rápidas que Leonardo Jardim detetou como estratégia do adversário, mas a grande verdade é que a tática de Birmingham resultou em pleno, com Nuno Gomes logo atrás de Lima. Fica a dúvida, que persistirá até à hora do jogo