segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

SC Braga já pensa no Paços de Ferreira


O SC Braga iniciou esta manhã a preparação para o encontro com o Paços de Ferreira, que abre a jornada 12 da Liga portuguesa na sexta-feira à noite, no Estádio Axa. 


Leonardo Jardim começa assim a pensar no jogo com os castores, no qual pretende conquistar os três pontos. A formação arsenalista volta a treinar à tarde, numa dia de alguma exigência física para os atletas.


Invencibilidade no AXA é para manter frente ao Paços


A defesa da invencibilidade em casa, para o campeonato, vai estar em jogo na recepção ao Paços de Ferreira. O compromisso da próxima sexta-feira será o último dos bracarenses no Estádio Axa, em 2011. É fácil de adivinhar o que representará para o SC Braga uma despedida em beleza de um ano histórico para o clube. E uma vitória sobre os pacenses encaixa perfeitamente nesse cenário de felicidade que os minhotos procuram alcançar este mês.


A perseguição a um triunfo frente ao Paços terá, eventualmente, uma carga de redenção acentuada entre a equipa e os adeptos, depois da contestação dirigida a Leonardo Jardim na visita ao Dragão, claramente amenizada pela jornada feliz na Liga Europa, no Axa, com o Birmingham, que valeu a sobrevivência dos arsenalistas na competição europeia.


Ewerton seguido com muita atenção


Ewerton assume-se como um dos pilares da defesa do SC Braga e as suas qualidades são extremamente apreciadas no Dragão. A possibilidade de o central surgir na bolsa de apostas dos azuis-e-brancos é muito forte.


A jogar no Minho na condição de empréstimo, cuja validade expira apenas em Julho de 2013, o passe do defensor é detido pelo Corinthians Alagoano, clube nordestino onde fez a formação, e pelo banco brasileiro BMG, precisamente um dos parceiros financeiros privilegiados do FC Porto, o mesmo que irá financiar a construção do museu azul e branco.


Aos 22 anos, Ewerton não acusou em absoluto a mudança radical de vida gerada pela travessia do Atlântico e pela entrada num campeonato de dimensão maior ao que estava habituado. Aliás, a facilidade e a adaptação recomendavelmente supersónica com que se adaptou ao futebol português, depois de quatro anos a competir nos escalões secundários do Brasil - jogou no ASA e no Oeste, dois emblemas menores no assombroso mapa futebolístico brasileiro -, também ajudou a reforçar a teoria dos que o consideram um dos jogadores mais interessantes da Liga. No FC Porto, nomeadamente, essa ideia prevalece, com o brasileiro a destacar-se na lista de futebolistas referenciados pela estrutura portista