domingo, 7 de outubro de 2012

Sem sorte

Sem sorte

A sorte voltou a ser “madrasta” para o SC Braga.

O Olhanense conseguiu surpreender com um golo aos 3 minutos, mas o Braga respondeu com a igualdade logo a seguir, num gesto fantástico de Helder Barbosa.

Com a igualdade reposta, seguiram-se 4 oportunidades de golo que daria uma vantagem folgada e justa. Ao invés, a equipa algarvia conseguiu em 2 lances quase inócuos marcar 2 golos, colocando o resultado em 1-3 ao fim dos primeiros 45 minutos.

No reinício da partida Douglão reduz para 2-3, de cabeça, na sequência de um livre apontado por Hugo Viana.

Uma vez mais, e na 1ª vez que o Olhanense sobe à baliza do Braga, faz o golo dilatando uma vez mais a vantagem para 2-4.

Eder marcou aos 81’ colocando novamente a diferença a 1 golo. Demonstrando que, mesmo quando as coisas não correm bem, mesmo quando tudo parece estar contra nós, o espírito Gverreiro está e estará sempre presente. E porque o SC Braga não desiste até à última gota de suor, chega ao empate nos instantes finais por Douglão.

Mais não conseguiu o SC Braga porque o arbitro da partida não teve coragem de assinalar a grande penalidade cometida, também já nos instantes finais, sobre Eder.

Aliás a actuação do juiz da partida fica também marcada por fragilidades e pouca consistência perante o jogo passivo do Olhanense (permitiu que o lateral esquerdo algarvio se deixasse cair e fosse assistido a 50 cm da linha lateral sem dar ordem de entrada de maca, só aos 94’ mostrou amarelo ao guarda-redes do Olhanense por perder tempo, entre outros).

O resultado final é penalizador perante os números de uma partida que não fica marcada pela sorte.


ESTATÍSTICAS:
Posse de bola:
SCB: 69% | OLH: 34%


Remates (à baliza):
SCB: 31 (10) | OLH: 7 (6)


Cantos:
SCB: 11 | OLH: 1


Faltas Cometidas:
SCB: 12 | OLH: 21