segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Tondela já é passado

Tondela já é passado

Na última jornada da II Liga, o Sporting de Braga foi ao campo do Tondela, com vontade de vencer, tudo fazendo para sair vitorioso.

A equipa B esteve a vencer quase durante todo o jogo, com golo apontado por Nuno Valente ao 7minutos da 1ªparte.

Aos 65m tudo haveria de mudar com uma decisão exagerada do árbitro da partida ao mostrar o segundo amarelo a Guilherme. O SC Braga passava a jogar com menos um elemento.

Logo depois surge mais um momento marcante da partida ao ser assinalado um penalti a favor do Tondela, concretizado por Dyego Sousa. Na sequência da grande penalidade Cristiano é expulso também.

Mesmo reduzido a 9 elementos, os Gverreiros não baixaram a cabeça. Mas aos 79 minutos surge o segundo golo da equipa do Tondela marcado por Piojo.

Aos 89 minutos o Sporting de Braga B ainda teve uma oportunidade num canto em que Tiago cabeceia e Bruno Sousa fez uma brilhante defesa.

No final restava o desalento de quem tudo fez para obter melhor resultado e se sentiu incapaz de inverter todos os factores participantes no jogo.

O dia de segunda-feira foi de descanso, com folga para o plantel. A equipa de Artur Jorge volta ao trabalho esta terça-feira pelas 10,30h no campo da ponte.


Convocados são sinal de qualidade do plantel e da estrutura

Convocados são sinal de qualidade do plantel e da estrutura

José Peseiro expressou a sua satisfação ao ver mais dois elementos do plantel serem chamados à selecção nacional.

Este feito vem sublinhar a qualidade do grupo (internacionais ou não) e do trabalho que toda a estrutura tem vindo a desenvolver.

“É no normal que o treinador deseje trabalhar com todo o grupo, de forma a desenvolver e aperfeiçoar a organização da equipa, ainda mais quando estamos num processo que envolve diferentes ideias de jogo e assim diferentes metodologias de treino.

Mas esta ausência de elementos no plantel, que dificulta esse objectivo, é suplantada pelo orgulho que todos nós sentimos por eles estarem na selecção, o que nos enche de satisfação.

São seis na selecção Nacional A, dois nos sub-21 (Cristiano e Aníbal), mas também o Djamal, o Elderson e o Zé Luis.

É sinal evidente da qualidade do plantel do SC Braga, que também tem outros jogadores, portugueses e de outros países com qualidade para pertencerem às respectivas selecções. É também sinal do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido no Braga, por toda a sua estrutura, sem excepção.

Estou certo que nas selecções, estes internacionais, vão ser o que são no dia-a-dia- do SC Braga, profissionais exemplares e valorosos. Que tudo lhes corra pelo melhor, bem como a todos os outros companheiros de selecção”.


Quem a 4 junta 2.....SEIS JOGADORES NA SELECÇÃO NACIONAL "A"! COINCIDÊNCIA???

Quem a 4 junta 2.....SEIS JOGADORES NA SELECÇÃO NACIONAL "A"! COINCIDÊNCIA???

Beto, Nuno A. Coelho, Custódio, Rubem Micael, Amorim e Éder.

Seis jogadores na Selecção Nacional, chamados por Paulo Bento. A estes, convém não esquecer, teremos que juntar mais dois nomes que é impossível desligar do SC Braga e ao crescimento do clube: Eduardo e Pizzi.

Mais: Cristiano e Aníbal nos sub 21... Djamal, Elderson e Ze Luis também a representarem os seus países.

Coincidência feliz serem tantos os chamados de um só clube? Não se trata de uma coincidência mas sim de trabalho fácil de explicar. O SC Braga é um exemplo pelo número de jogadores nacionais presentes no plantel, juntando a estes outros totalmente enraizados no futebol nacional e de valor inquestionável.

O crescimento do SC Braga nos últimos anos foi alcançado também pelo trabalho e esforço destes mesmos jogadores, que em contrapartida projectou para o panorama futebolístico.

A gestão do SC Braga é hoje uma referência na aposta em jogadores de qualidade mundial que chegam a custo zero e depressa se identificam com as máximas do clube: ambição, trabalho e dedicação.

O resultado de toda esta equação tem-se revelado em resultados da equipa... e na selecção. Não será por isso coincidência que uma vez mais o SC Braga esteja presente na Liga dos Campeões e tenha 6 jogadores na selecção nacional, dois na sub 21 e 3 em outras selecções estrangeiras.


Tu estás entre os Melhores

Tu estás entre os Melhores

A Liga dos Campeões está de regresso ao Estádio Axa e tu vais estás entre os melhores.

Brevemente temos novidades para toda a Legião.


Luís Alberto ruma ao Cluj


MÉDIO NÃO ENTRAVA NOS PLANOS


O Cluj anunciou no seu site oficial a contratação de Luís Alberto ao Sp. Braga.

O médio brasileiro chegou ao Minho na temporada passada proveniente do Nacional, mas nunca se conseguiu impor ao serviço dos guerreiros, rumando agora à Roménia.

Para além de Luís Alberto, o Cluj contratou ainda o avançado Sasa Bjelanovic e o lateral uruguaio Matias Aguirregaray.

Custódio: «Acusámos um pouco o cansaço»



Custódio, jogador do Sporting de Braga, comentou desta forma a derrota da sua equipa frente ao Paços de Ferreira, no Estádio da Mata Real (2-0):

«Não entrámos muito bem e penso que acusámos um pouco o cansaço depois daquele jogo difícil de apuramento para a Champions. Não conseguimos fazer um bom jogo, houve poucas ideias, foi um dia mau mas esperemos que não volte a acontecer. Não tivemos o Lima mas o Éder é um bom jogador e vai provar a sua qualidade. O plantel oferece garantias nesse aspeto.»

Mossoró: «Não temos desculpas»


REFORÇA SUPERIORIDADE DOS PACENSES


Surpresa com Mossoró no banco dos suplentes. O brasileiro, de 29 anos, ainda entrou para a segunda parte, mas já não foi a tempo de evitar o que sempre pareceu... inevitável! No final, Mossoró admitiu o óbvio: “As coisas não nos correram nada bem. A equipa trabalhou muito, mas a verdade é que não conseguimos contrariar o Paços de Ferreira. Eles formam uma equipa muito forte, sobretudo em casa e foram sempre superiores.”

O médio brasileiro registou que “o cansaço pesou um pouco”, mas isso não pode ser a única justificação: “Não temos desculpas para esta derrota. Vamos agora aproveitar a pausa da competição para descansar e tentar voltar ainda mais fortes.”

P. Ferreira-Sp. Braga, 2-0 (crónica)



Paços de Ferreira bate Sporting de Braga

O Sp. Braga deixou-se envolver pelo clima da Liga dos Campeões e foi uma sombra de si mesmo no retorno à realidade portuguesa. O P. Ferreira garantiu o primeiro triunfo na Liga 2012/13 com inteira justiça, graças a golos de Cohene e Hurtado (2-0).

O Man. United, adversário milionário dos arsenalistas que assistia a tudo nas bancadas da Mata Real, terá ficado entusiasmado. Não se deixe iludir pelas aparências.

Destaques: Cícero e os outros

O regresso ao quotidiano é penoso. Nesta altura, os saudosistas partilham histórias das férias em locais paradisíacos enquanto procuram recuperar o entusiasmo pela rotina diária. É um processo complexo, uma luta interior para a readaptação a costumes perdidos numa deambulação por um cenário idílico. 

Selar o apuramento para a fase de grupos da Liga dos Campeões em pleno Stadio Friuli, recinto da Udinese, é uma coisa. Luta pela vitória na humilde mas difícil Mata Real é algo necessariamente diferente. O cansaço físico não justifica 45 minutos perdidos pelo Sp. Braga em Paços de Ferreira. Os conflitos mentais, por outro lado, explicam tudo.

Peseiro e a euforia: «Teria de ir a uma clínica»


Nesta equação, mais que lembrar a ausência de Lima, importa salientar o mérito do Paços. Equipa séria, gente de trabalho e focada num único objetivo. Sem espaço para deslumbramentos ou altivez, chegou à vantagem por intermédio de Cohene e justificou a vantagem. Para eles, só há isto. E chega.

O Sp. Braga sentiu dificuldades no regresso à realidade doméstica e a surpresa reservada por Peseiro não surtiu os efeitos desejados. Paulo César derramou gotas de suor sem compensar a falta de acutilância das unidades mais influentes. Éder não é Lima mas, uma vez mais, essa justificação seria redutora. 

Eclipse das peças fundamentais

Hugo Viana e Alan, sobretudo, falharam o que normalmente acertam e o primeiro seria mesmo sacrificado ao intervalo. O Paços de Ferreira, apresentando o possante Cícero na frente e o regressado Antunes (bem mais maduro e igualmente talentoso), ganhava a maioria dos lances aéreos e criava perigo através de bolas paradas.

Ao 12º minuto de jogo, Antunes disparou de livre para belíssima defesa de Beto, um dos heróis de Udine. Na sequência do canto, Cohene cabeceou sem oposição para o tento inaugural. 

O P. Ferreira segurou a vantagem sem grande dificuldade, na etapa inicial. Éder foi o único a criar verdadeira sensação de perigo para a baliza de Cássio, com um cabeceamento por cima da trave. O mesmo Éder que, ao minuto 51, atiraria em rotação ao poste.

Golo anulado e estocada pacense

Ao intervalo, José Peseiro abanou a sua equipa e lançou Mossoró. Os arsenalistas, agora mais concentrados, entraram com outro entusiasmo. Antes do remate ao poste de Éder, Paulo César marcou mesmo mas o lance foi anulado por carga do ponta-de-lança português sobre Cássio. A falta não é clara. Ainda assim, a jogada teve início num desvio de Custódio com o braço, não sancionado.

Os homens de Paulo Fonseca foram recuando no terreno de jogo e Cássio viu-se obrigado a voar para evitar o golo de Ruben Micael. O efeito, porém, durou pouco. Com o tempo, o Sp. Braga regressou a idêntico marasmo e tornou-se presa fácil para o Paços de Ferreira.

Os castores criavam sensação de perigo em lances de contra-ataque e chegariam ao 2-0 num desses momentos, ao minuto 80. Passe de Cícero a isolar Hurtado e primeiro golo do reforço peruano na Liga portuguesa. Resultado justo. 

Nota para um desentendimento entre Ruben Micael, Antunes e Josué no final do encontro. Apenas trocas de palavras no relvado, sem consequências de maior.