"Sinto no peito algo que não defino.
Não por não querer, mas por não ser capaz, por não me sentir suficientemente audaz e quando tento explicar sai algo sem tino.
Sinto bolas, sinto golos, sinto abraços, explosões de alegria que me seguem os passos.
Tenho sonhos, tenho ilusões, tenho a crença que ainda seremos campeões se para baixo não nos empurrarem
Os senhores que no futebol mandam, para se satisfazerem e se vangloriarem, mas que ao longe a vigaristas tresandam.
Temos de lutar contra esta espécie, unidos e com as nossas armas prontas, deixar de lados as batalhas tontas.
Entre aqueles que a nós pertencem e que apenas de algum fervor carecem.
Se somos família dentro da muralha é contra os de fora nossa batalha.
Contra quem nos destrói o sonho e esses sei que não são Braguistas, por esses ponho as mãos no fogo pela certeza de serem bairristas.
Para a nova época estamos prontos, derrotaremos quem nos acha tontos,
Até poder-mos mais, iremos marchar!
Quem comigo se vai alistar?"
Não por não querer, mas por não ser capaz, por não me sentir suficientemente audaz e quando tento explicar sai algo sem tino.
Sinto bolas, sinto golos, sinto abraços, explosões de alegria que me seguem os passos.
Tenho sonhos, tenho ilusões, tenho a crença que ainda seremos campeões se para baixo não nos empurrarem
Os senhores que no futebol mandam, para se satisfazerem e se vangloriarem, mas que ao longe a vigaristas tresandam.
Temos de lutar contra esta espécie, unidos e com as nossas armas prontas, deixar de lados as batalhas tontas.
Entre aqueles que a nós pertencem e que apenas de algum fervor carecem.
Se somos família dentro da muralha é contra os de fora nossa batalha.
Contra quem nos destrói o sonho e esses sei que não são Braguistas, por esses ponho as mãos no fogo pela certeza de serem bairristas.
Para a nova época estamos prontos, derrotaremos quem nos acha tontos,
Até poder-mos mais, iremos marchar!
Quem comigo se vai alistar?"

Obrigado pela referência ;)
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